Galeria
Clique nas imagens para ampliar
"## ART para ampliação industrial: planejamento técnico e segurança na expansão de plantasnn### O que é ART para ampliação industrial e por que ela importannA ART para ampliação industrial é o registro que vincula um profissional habilitado à responsabilidade técnica por uma atividade de engenharia, conforme o escopo contratado e as atribuições profissionais aplicáveis.
Em uma expansão de fábrica, galpão, área produtiva, setor de armazenagem ou estrutura metálica, esse documento contribui para identificar quem responde tecnicamente pelo serviço e para registrar as características gerais da atividade realizada.nnA ART é parte importante da organização documental da obra, mas não deve ser tratada como substituta do projeto, do laudo técnico, do memorial descritivo, da licença, do alvará ou de qualquer aprovação exigida pelo município, pelo conselho profissional ou por outros órgãos competentes.
Sua função precisa ser compreendida em conjunto com o planejamento, os documentos de engenharia e as condições reais da planta industrial.nn#### Resposta direta: o que é ART?nnA ART é o documento que formaliza a responsabilidade técnica de um profissional habilitado por determinada atividade de engenharia.
Em uma ampliação industrial, ela deve corresponder ao serviço efetivamente contratado e executado, considerando o local, o contratante, o escopo e as atribuições profissionais aplicáveis.
O registro favorece a rastreabilidade da atuação técnica, mas não autoriza, por si só, a execução da obra nem substitui projetos e licenças.nn#### Por que a ART é relevante em uma ampliação industrial?nnUma ampliação industrial normalmente envolve mais do que o aumento de uma área construída.
Ela pode afetar fundações, estruturas, cobertura, instalações, circulação de pessoas e veículos, sistemas de segurança, acessos, equipamentos, armazenamento e a própria rotina de produção.
Por isso, a documentação deve acompanhar a complexidade do escopo e deixar claras as responsabilidades envolvidas.nnA ART ajuda a organizar essa responsabilidade técnica e pode integrar o conjunto de documentos utilizado para demonstrar que determinada atividade foi atribuída a profissional legalmente habilitado.
Também contribui para a comunicação entre contratante, projetistas, gerenciadores, executores, manutenção, produção e segurança do trabalho.nnNa prática, a análise deve evitar uma descrição genérica que não represente o serviço.
Uma ART relacionada a uma ampliação industrial precisa ser compatível com a atividade técnica realizada.
O conteúdo do registro deve ser conferido pelo responsável técnico, pelo contratante e, quando aplicável, pelos órgãos ou entidades envolvidos no processo de aprovação.nn#### Responsabilidade técnica e atribuições profissionaisnnA responsabilidade técnica não se resume à emissão de um documento.
Ela está relacionada à atuação profissional dentro dos limites de formação, habilitação e atribuições reconhecidas pelo conselho profissional competente.
Assim, a pessoa responsável deve avaliar se pode assumir o escopo previsto, considerando o tipo de intervenção, o sistema construtivo, as instalações envolvidas e o nível de complexidade da obra.nnEsse cuidado é especialmente importante quando a ampliação combina diferentes disciplinas.
Uma intervenção pode demandar análise arquitetônica, estrutural, elétrica, hidrossanitária, prevenção e proteção contra incêndio, segurança do trabalho ou outras especialidades, conforme as características da planta e das exigências aplicáveis.
A definição das responsabilidades deve acompanhar o escopo real, sem concentrar indevidamente em um único documento atividades que não estejam abrangidas pelas atribuições profissionais correspondentes.nnA contratante também deve fornecer informações suficientes sobre o imóvel, a operação existente, as interferências conhecidas e o objetivo da ampliação.
Plantas desatualizadas, alterações realizadas anteriormente e instalações não documentadas podem afetar a avaliação técnica.
Por isso, a vistoria e o levantamento da situação existente são etapas relevantes antes da definição final dos serviços.nn#### ART, projeto, laudo, memorial e licença: qual é a diferença?nnEmbora possam fazer parte do mesmo processo de engenharia, esses documentos têm finalidades diferentes:nn- ART: registra a responsabilidade técnica de um profissional habilitado por uma atividade de engenharia.
Seu conteúdo deve corresponder ao escopo assumido e às atribuições profissionais aplicáveis.n- Projeto: apresenta soluções técnicas, espaciais ou construtivas para orientar a execução, a análise e a aprovação de uma intervenção.
Pode envolver diferentes disciplinas e níveis de detalhamento.n- Laudo técnico: registra uma avaliação, vistoria, inspeção ou análise técnica, com conclusões fundamentadas nas condições observadas e nos elementos disponíveis.
O conteúdo depende do objetivo do documento.n- Memorial descritivo ou especificação técnica: detalha critérios, características, materiais, métodos ou requisitos que devem ser considerados na solução e na execução, conforme o escopo definido.n- Licença, alvará ou aprovação: corresponde à autorização ou ao procedimento administrativo exigido pelo município ou por outro órgão competente.
A necessidade e a documentação variam conforme a intervenção, o imóvel e a legislação aplicável.nnPortanto, uma ART pode estar associada a um projeto ou a um laudo, mas não substitui esses documentos.
Da mesma forma, a existência de um projeto ou memorial não elimina automaticamente a necessidade de registro da responsabilidade técnica.
A combinação correta deve ser definida a partir do escopo, da natureza da obra e das exigências dos órgãos envolvidos.nn#### Em quais situações a documentação técnica deve ser analisada?nnA documentação merece atenção técnica antes da execução quando a ampliação envolver, por exemplo:nn1. Aumento de área construída, como extensão de galpão, criação de novos setores ou expansão de áreas administrativas e produtivas.n2. Intervenção em estruturas existentes, incluindo reforços, mudanças de vãos, novas cargas, alterações de cobertura ou montagem de estruturas metálicas.n3. Mudança de layout industrial, especialmente quando afetar circulação, rotas de fuga, posições de máquinas, armazenamento, acessos ou áreas de manutenção.n4. Alteração ou extensão de instalações, como redes elétricas, hidráulicas, sistemas de combate a incêndio, utilidades e demais sistemas relacionados à operação.n5. Reforma ou adequação de planta, mesmo quando não houver aumento significativo de área, caso a intervenção modifique o uso, a segurança ou o desempenho do espaço.n6. Execução próxima a áreas em funcionamento, com possíveis interferências entre obra, produção, manutenção, movimentação de materiais e circulação de trabalhadores.n7. Necessidade de regularização ou aprovação, quando o município, o conselho profissional, o órgão licenciador ou outra autoridade exigir documentos específicos.n8. Existência de dúvidas sobre a capacidade da estrutura ou as condições atuais, situação em que pode ser necessário realizar vistoria, inspeção ou laudo antes de projetar a intervenção.nnEssas situações não formam uma lista fechada.
A necessidade de ART, projeto, laudo, licença ou documento complementar deve ser verificada conforme o caso concreto e o escopo definido para a obra.nn#### Conformidade técnica, ABNT e NRs aplicáveisnnO planejamento de uma ampliação industrial deve considerar as normas técnicas da ABNT e as Normas Regulamentadoras aplicáveis às atividades e aos riscos presentes no local.
A seleção das referências depende da solução adotada, do tipo de estrutura, das instalações, dos equipamentos, do processo produtivo e das condições de execução.nnTambém é necessário compatibilizar projeto, memorial, execução e operação.
Uma solução tecnicamente adequada no papel pode gerar riscos se não considerar os acessos existentes, a circulação interna, as áreas isoladas, a movimentação de cargas, a manutenção ou a convivência entre trabalhadores e equipes da obra.
Por isso, a documentação deve ser analisada por profissionais habilitados e, quando necessário, submetida aos órgãos competentes.nnA FL Projetos & Construções informa atuação em construção civil, galpões industriais, montagem de estruturas metálicas, reformas, adequações, gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos.
Fundada em 13 de abril de 2016 e localizada em Aparecida de Goiânia, Goiás, a empresa declara trabalhar com foco em qualidade, responsabilidade, eficiência e transparência, observando as normas técnicas e de segurança aplicáveis ao escopo contratado.nn#### Orientação para organizar a próxima etapannAntes de solicitar uma ART ou iniciar uma ampliação, reúna as informações disponíveis sobre a planta, o objetivo da intervenção, os ambientes afetados, as instalações existentes, as limitações da operação e os documentos anteriores.
Em seguida, peça uma avaliação do escopo para definir quais projetos, laudos, memoriais, registros e aprovações podem ser necessários.nnPara aprofundar a análise, consulte a página de laudos técnicos e ARTs da FL Projetos & Construções e verifique, junto à empresa e aos órgãos competentes, quais documentos são aplicáveis ao seu empreendimento.
A definição deve ser feita de forma individualizada, sem considerar a ART como substituta do planejamento técnico completo.nn### Quando uma ampliação industrial exige planejamento técniconn#### O diagnóstico deve começar antes da obrannUma ampliação industrial exige planejamento técnico quando altera, direta ou indiretamente, a estrutura física, as instalações, o fluxo de pessoas e materiais, os equipamentos, a segurança ou a rotina da planta existente.
O ponto central é que a intervenção não deve ser analisada apenas como uma nova construção: ela precisa ser compatibilizada com uma operação que já possui processos, acessos, áreas de circulação, sistemas prediais e responsabilidades definidas.nnAntes de contratar a execução ou definir a documentação, é necessário compreender o que será ampliado, reformado, deslocado ou mantido em funcionamento.
A complexidade pode estar tanto no tamanho da área quanto nas interferências entre a obra e a atividade industrial.
Uma intervenção localizada pode exigir análise cuidadosa se afetar estruturas, instalações elétricas, sistemas hidráulicos, combate a incêndio, ventilação, armazenagem, circulação de empilhadeiras ou áreas de produção.nnA necessidade de projeto, laudo, memorial, registro de responsabilidade técnica e aprovações deve ser avaliada conforme o escopo, a natureza dos serviços, as atribuições dos profissionais envolvidos e as exigências dos órgãos competentes.
Por isso, o diagnóstico inicial é uma etapa técnica e não apenas administrativa.nn#### Checklist inicial de diagnóstico da planta existentennAntes de avançar para orçamento e execução, o contratante pode organizar as seguintes informações:nn- Objetivo da intervenção: registrar se a finalidade é aumentar a produção, ampliar a armazenagem, criar novos ambientes, adequar instalações, corrigir patologias, reorganizar o layout ou atender a uma nova demanda operacional.n- Limites físicos da obra: identificar a área a ser construída, reformada ou ocupada, os acessos disponíveis, os limites do terreno e a relação com edificações vizinhas.n- Condições da estrutura existente: reunir desenhos, projetos disponíveis, registros de reformas anteriores e informações sobre fundações, pilares, vigas, cobertura, mezaninos, pisos e estruturas metálicas.n- Instalações que podem ser afetadas: verificar redes elétricas, hidráulicas, sanitárias, de drenagem, ar comprimido, ventilação, climatização, dados, segurança e demais sistemas existentes.n- Interferências com a produção: mapear máquinas, linhas produtivas, estoques, docas, áreas de carga e descarga, rotas de circulação, áreas de manutenção e locais de acesso restrito.n- Condições de segurança: observar rotas de fuga, saídas, sinalização, áreas de risco, circulação de veículos e pedestres, atividades críticas e necessidade de isolamento durante a execução.n- Restrições de funcionamento: informar quais setores precisam permanecer ativos, quais períodos possuem maior movimentação e quais operações não podem ser interrompidas sem planejamento específico.n- Documentação disponível: separar plantas, memoriais, laudos, registros de inspeção, licenças, aprovações e documentos técnicos relacionados à edificação e ao processo industrial.n- Responsabilidades envolvidas: definir quais profissionais deverão avaliar a estrutura, os projetos, as instalações, a segurança e o gerenciamento da execução, sempre respeitando suas atribuições técnicas.nnEsse levantamento não substitui uma vistoria profissional.
Ele serve para reduzir lacunas de informação e permitir que a análise técnica seja iniciada com um escopo mais claro.nn#### Ampliação de galpão, área produtiva, armazenagem e estruturas metálicasnnA ampliação de um galpão industrial pode envolver fundações, piso, cobertura, fechamento lateral, docas, acessos, drenagem, iluminação, ventilação e integração com a construção existente.
Quando há estruturas metálicas, também é necessário verificar como a nova solução se relacionará com os elementos existentes, quais cargas serão transmitidas e se haverá interferência entre montagem, circulação e operação.nnNa área produtiva, o diagnóstico deve considerar o posicionamento de equipamentos, as dimensões necessárias para manutenção, os corredores, a movimentação de insumos e produtos, a ventilação e o acesso às instalações.
Uma alteração de layout aparentemente simples pode afetar rotas de circulação, pontos de energia, sistemas de utilidades, áreas de segurança e a sequência operacional.nnEm áreas de armazenagem, a análise deve observar o tipo de uso previsto, a organização dos fluxos, a capacidade física da área, os equipamentos de movimentação, as cargas aplicadas ao piso e a compatibilidade com acessos e estruturas.
Esses aspectos precisam ser definidos em projeto e verificados por profissionais habilitados, sem presumir que a estrutura existente esteja preparada para qualquer ampliação ou mudança de uso.nnA experiência da FL Projetos & Construções com construção civil, galpões industriais e montagem de estruturas metálicas integra o contexto para uma avaliação do escopo, mas cada planta deve ser analisada individualmente.
O fato de uma empresa atuar em determinado tipo de obra não elimina a necessidade de vistoria, projetos compatibilizados e definição das responsabilidades técnicas aplicáveis.nn#### Reformas, adequações e mudanças de layoutnnNem toda intervenção industrial cria uma nova área construída.
Reformas e adequações podem envolver demolições, reforços, substituição de revestimentos, ajustes de acessibilidade, reorganização de ambientes, adequação de instalações ou mudança da finalidade de um espaço.
Ainda assim, essas alterações podem produzir impactos relevantes na segurança, no desempenho da edificação e na continuidade da operação.nnUma mudança de layout deve ser examinada em conjunto com:nn- dimensões e capacidade dos ambientes;n- circulação de trabalhadores, visitantes, veículos e equipamentos;n- posição de máquinas e necessidade de manutenção;n- cargas sobre pisos, mezaninos e estruturas;n- acessibilidade e rotas de saída;n- instalações que precisarão ser deslocadas ou ampliadas;n- barreiras físicas e segregação entre obra e operação;n- geração de poeira, ruído, vibração, calor ou outros impactos da execução;n- compatibilidade entre o novo uso e a documentação existente.nnQuando a reforma envolve elementos estruturais, não é adequado decidir demolições, aberturas ou reforços apenas com base em inspeção visual.
Da mesma forma, a substituição ou ampliação de instalações deve ser avaliada de acordo com as características do sistema e os riscos envolvidos.
Laudos, projetos e memoriais podem ser necessários conforme o escopo identificado pelo responsável técnico.nn#### Perguntas para levantar escopo, interferências e riscosnnUm quadro de perguntas ajuda a transformar uma demanda genérica em um escopo verificável:nn| Tema | Perguntas de diagnóstico |n|—|—|n| Objetivo | O que a empresa precisa ampliar, adequar, substituir ou reorganizar? |n| Área | Qual espaço será afetado e quais ambientes permanecerão em funcionamento? |n| Estrutura | A intervenção altera fundações, pilares, vigas, cobertura, pisos, mezaninos ou estruturas metálicas? |n| Instalações | Quais redes existentes serão mantidas, deslocadas, reforçadas ou interrompidas? |n| Operação | Quais processos, máquinas, estoques e acessos estarão próximos da frente de obra? |n| Segurança | Há circulação simultânea de trabalhadores, veículos, equipamentos e equipes de execução? |n| Execução | Será necessário dividir a obra em fases ou estabelecer áreas temporariamente isoladas? |n| Documentação | Quais projetos, laudos, memoriais, registros e aprovações já existem? |n| Responsabilidade | Quais atividades exigem avaliação e acompanhamento de profissional habilitado? |n| Mudanças futuras | A solução deve permitir novas expansões, alterações de layout ou manutenção posterior? |nnAs respostas devem ser confirmadas durante a vistoria e confrontadas com documentos técnicos.
Informações incompletas sobre a edificação podem levar a incompatibilidades, retrabalho, alterações de escopo e riscos durante a execução.nn#### Por que a operação existente muda o planejamentonnO principal ponto de atenção em uma ampliação industrial é a relação entre a obra e a operação existente.
Em uma construção isolada, o planejamento tende a se concentrar no terreno, nos projetos e na execução.
Em uma planta em funcionamento, também é preciso considerar a rotina operacional, os acessos, a circulação, os estoques, os equipamentos, as áreas de risco e a comunicação entre os responsáveis.nnPor esse motivo, o planejamento deve relacionar o escopo da obra a uma matriz de interferências.
Esse instrumento pode registrar, por etapa, quais áreas serão afetadas, quais atividades poderão ocorrer simultaneamente, quais acessos precisarão ser controlados, quais sistemas poderão sofrer impacto e quais medidas de isolamento ou contingência deverão ser avaliadas.nnA execução por fases pode ser considerada quando a intervenção atingir áreas essenciais ao funcionamento da indústria.
Essa estratégia não significa que a produção permanecerá integralmente ativa, pois a viabilidade depende das características da planta, dos riscos, dos serviços e das decisões do contratante.
O objetivo é permitir uma análise ordenada de alternativas, como separar frentes de trabalho, programar intervenções em áreas específicas e definir critérios para liberar cada ambiente.nnTambém é importante integrar obra, manutenção, produção, segurança e gestão da unidade.
A comunicação entre esses grupos contribui para que mudanças de acesso, desligamentos, bloqueios, entregas de materiais e atividades críticas sejam avaliados antes de sua realização.
A documentação técnica deve acompanhar essas decisões e permanecer coerente com o que será executado.nn#### Critérios para decidir se o planejamento técnico é necessárionnNa prática, a necessidade de aprofundar o planejamento aumenta quando a ampliação apresenta um ou mais destes fatores:nn- intervenção em estrutura existente ou conexão com nova estrutura;n- mudança de uso ou de layout de áreas industriais;n- execução próxima a máquinas, linhas de produção ou estoques;n- alteração de instalações essenciais ao funcionamento da planta;n- circulação compartilhada entre obra, trabalhadores e veículos;n- necessidade de demolição, reforço, escavação ou montagem de estruturas metálicas;n- execução em altura, em áreas confinadas ou próximas a outros riscos ocupacionais;n- necessidade de manter setores ativos durante parte da intervenção;n- ausência, divergência ou desatualização dos projetos existentes;n- exigência de análise por órgãos públicos, seguradoras, contratantes ou responsáveis pela operação.nnQuanto maior a interação entre esses fatores, maior a importância de uma avaliação integrada.
A decisão não deve ser baseada apenas na metragem da ampliação ou no valor previsto para a obra, mas na combinação entre escopo, riscos, interferências e responsabilidades técnicas.nn#### Como avançar com segurançannDepois do diagnóstico, o próximo passo é consolidar o escopo e definir quais levantamentos, projetos, laudos, memoriais, registros e aprovações serão necessários.
A partir daí, o planejamento pode organizar a sequência de execução, os pontos de controle, as áreas de isolamento, os acessos e a comunicação entre os envolvidos.nnA FL Projetos & Construções atua em Aparecida de Goiânia e em cidades da região de Goiás com serviços relacionados à construção civil, gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos.
Para uma ampliação industrial, a contratação deve começar por uma avaliação do escopo real da planta, das interferências existentes e da modalidade de atendimento necessária, sem presumir documentos ou soluções antes da análise técnica.nnPara aprofundar o tema, consulte a página de construção e ampliação de galpões industriais, considerando que o endereço da página deve ser confirmado no site da empresa antes da publicação.nn### Etapas para planejar uma ampliação industrial com segurançann#### Etapas para planejar uma ampliação industrial com segurançannUma ampliação industrial segura começa antes da mobilização no canteiro.
O planejamento deve conectar as necessidades do negócio, as condições da planta existente, os projetos, a documentação técnica, a segurança ocupacional e a continuidade possível da operação.
Essa integração ajuda a transformar uma intenção de expansão em um escopo verificável, com responsabilidades definidas e pontos de controle claros.nnO orçamento da obra deve ser definido pelo contratante a partir do escopo aprovado, das soluções projetadas, das condições encontradas na vistoria e dos requisitos de execução.
Por isso, não é recomendável estabelecer valores antes de conhecer a edificação existente, as interferências com a produção, os serviços necessários e as exigências aplicáveis.nn#### 1.
Levantamento de necessidades e objetivos da ampliaçãonnO primeiro passo é registrar o motivo da ampliação e o resultado esperado.
Uma indústria pode precisar aumentar a área produtiva, criar novos espaços de armazenagem, reorganizar fluxos internos, adequar instalações, instalar equipamentos ou corrigir limitações identificadas durante a operação.
Cada objetivo influencia o projeto, a sequência de execução e os controles de segurança.nnO levantamento inicial deve responder, sempre que possível, às seguintes questões:nn1.
Qual atividade será realizada na área ampliada?n2.
Qual capacidade operacional ou funcional a empresa pretende atender?n3.
A intervenção envolverá área produtiva, estoque, expedição, escritórios, vestiários, áreas técnicas ou circulação?n4.
Haverá instalação ou movimentação de máquinas, equipamentos, tubulações, painéis ou sistemas de utilidades?n5.
A ampliação será integrada a uma edificação existente ou funcionará de forma independente?n6.
Quais áreas precisam permanecer acessíveis durante a execução?n7.
Existem períodos, operações ou condições que limitam o acesso ao local?n8.
Há exigências internas de segurança, qualidade, manutenção, produção ou meio ambiente que precisam ser consideradas?nnTambém é importante reunir plantas disponíveis, registros de alterações anteriores, informações sobre equipamentos, documentos de manutenção e dados sobre a ocupação atual.
Quando esses elementos não estiverem completos, a equipe responsável deve registrar a ausência e confirmar as informações diretamente na planta, sem presumir que o desenho existente representa fielmente a situação construída.nnO resultado dessa etapa deve ser um briefing técnico objetivo, contendo objetivos, restrições conhecidas, áreas envolvidas, responsáveis por fornecer informações e critérios para validar o escopo.
Esse documento evita que decisões importantes fiquem apenas em conversas informais e serve como referência para as etapas seguintes.nn#### 2.
Vistoria e análise da estrutura existentennA vistoria transforma informações preliminares em dados de campo.
Ela deve considerar não apenas a área que será construída, mas também os elementos existentes que podem ser afetados pela intervenção.
A análise pode envolver arquitetura, estrutura, fundações, cobertura, piso, instalações elétricas, hidráulicas, sistemas de combate a incêndio, drenagem, acessos e demais componentes relacionados ao escopo.nnDurante a vistoria, convém verificar:nn- dimensões reais dos ambientes e dos afastamentos disponíveis;n- estado aparente de estruturas, vedações, coberturas, pisos e fundações acessíveis;n- pontos de entrada de materiais, equipamentos e veículos;n- interferências aéreas, enterradas ou embutidas;n- rotas de circulação de trabalhadores, visitantes, empilhadeiras e veículos;n- áreas destinadas ao armazenamento temporário de materiais e resíduos;n- proximidade entre a futura frente de serviço e áreas produtivas ou administrativas;n- condições de iluminação, ventilação, isolamento e acesso para manutenção;n- disponibilidade e capacidade aparente das instalações que serão aproveitadas;n- registros de manifestações, reparos ou alterações que possam afetar a solução.nnA vistoria não deve ser confundida com uma aprovação automática da estrutura existente.
Quando houver dúvida sobre capacidade, estabilidade, desempenho ou segurança, pode ser necessário realizar uma avaliação técnica específica, com inspeções, levantamentos, ensaios ou laudo conforme o caso.
A definição cabe ao profissional habilitado responsável pelo escopo.nnEm ampliações de galpões industriais, por exemplo, a conexão entre a construção existente e a nova área exige atenção a fundações, cobertura, drenagem, juntas, fechamento, circulação e compatibilidade entre sistemas.
Em estruturas metálicas, devem ser analisados os pontos de apoio, os detalhes de ligação, o transporte e a montagem, além das interferências com linhas de produção e equipamentos.
Nenhuma dessas decisões deve ser tomada apenas com base em uma referência genérica de outra obra.nnO principal ponto de controle dessa fase é produzir um registro das condições encontradas, com desenhos, anotações e imagens quando aplicável, separando claramente o que foi verificado do que ainda precisa ser confirmado.
Essa distinção reduz o risco de desenvolver projetos sobre premissas incorretas.nn#### 3.
Definição de escopo e projetos necessáriosnnCom os requisitos e as condições da planta analisados, o próximo passo é delimitar o escopo.
Definir escopo significa estabelecer o que será projetado, construído, reformado, removido, remanejado ou apenas avaliado.
Também significa identificar o que não faz parte da contratação naquele momento, evitando interpretações divergentes durante a execução.nnDependendo da intervenção, podem ser necessários projetos arquitetônicos, estruturais, de fundações, instalações, layout, sistemas complementares, acessibilidade, prevenção e segurança, além de memoriais, especificações técnicas, levantamentos e laudos.
A necessidade de cada documento deve ser definida conforme o uso da edificação, as características da planta, os riscos envolvidos, a legislação aplicável e as exigências dos órgãos competentes.nnUma definição de escopo consistente deve apresentar:nn- descrição da área e dos ambientes envolvidos;n- finalidade de cada espaço;n- sistemas existentes que serão mantidos, alterados ou removidos;n- interfaces com máquinas, equipamentos e processos;n- requisitos funcionais e operacionais informados pelo contratante;n- entregáveis técnicos esperados;n- responsabilidades por aprovações, informações e decisões;n- premissas que dependem de confirmação em campo;n- critérios para revisão, compatibilização e aceite dos documentos.nnA documentação de responsabilidade técnica também deve acompanhar o escopo de maneira coerente.
Em uma ampliação industrial, a ART deve estar relacionada à atividade técnica efetivamente assumida pelo profissional habilitado, sem substituir os projetos, memoriais, laudos, licenças ou aprovações que possam ser necessários.
A descrição da atividade, o local, o contratante e as atribuições profissionais devem ser conferidos conforme as regras do conselho profissional e o objeto da obra.nnO orçamento a ser definido pelo contratante depende dessa clareza.
Alterações de área, materiais, sistemas, método construtivo ou sequência de execução podem modificar a composição da obra.
Por isso, decisões de projeto devem ser registradas antes da contratação ou formalizadas por procedimento de revisão quando surgirem durante o desenvolvimento.nn#### 4.
Compatibilização técnica e planejamento executivonnProjetos separados podem estar tecnicamente corretos em suas áreas específicas e, ainda assim, apresentar conflitos quando sobrepostos.
A compatibilização procura identificar essas incompatibilidades antes da execução, evitando que uma solução de arquitetura bloqueie uma instalação, que uma estrutura interfira em um equipamento ou que uma rota de circulação fique comprometida.nnA análise deve considerar, entre outros pontos:nn- posição de pilares, vigas, treliças, apoios e fundações;n- passagens de cabos, tubulações, dutos e demais instalações;n- alturas livres, portas, docas, pontes, equipamentos e áreas de manutenção;n- drenagem de coberturas e áreas externas;n- acessos para montagem, inspeção, operação e futuras intervenções;n- requisitos de limpeza, armazenamento, ventilação e circulação;n- separação entre áreas de obra e áreas em funcionamento;n- sequência de desmontagens, reforços, montagens e acabamentos.nnDepois da compatibilização, o planejamento executivo deve organizar como a obra será realizada.
Isso inclui frentes de serviço, ordem das atividades, acessos, áreas de apoio, recebimento de materiais, equipamentos de movimentação, isolamento, sinalização e liberação de áreas.
O planejamento não precisa tratar o cronograma como um documento imutável: ele deve permitir atualizações controladas quando a vistoria, a produção ou as condições de campo exigirem ajustes.nnPontos de controle úteis incluem a validação do escopo antes do detalhamento, a conferência das interfaces antes da compra ou fabricação, a liberação das áreas antes de cada frente e a verificação do executado em relação ao projeto.
Essas verificações devem ser registradas para que eventuais desvios sejam identificados e tratados de forma documentada.nnA gestão de obras contribui para organizar informações, decisões, documentos e comunicação entre contratante, projetistas, executores, manutenção, produção e segurança.
O objetivo não é apenas acompanhar atividades, mas criar um fluxo de decisão que reduza retrabalho e preserve a rastreabilidade do que foi aprovado.nn#### 5.
Análise de riscos, acessos, circulação e interferênciasnnA ampliação deve ser analisada em conjunto com a operação existente.
Uma obra aparentemente simples pode afetar rotas de fuga, circulação de veículos, abastecimento, manutenção, armazenamento, produção ou acesso de equipes.
Por isso, a análise de riscos precisa considerar tanto as atividades da construção quanto os perigos já presentes na planta.nnAntes da execução, é recomendável mapear:nn- áreas que precisam ser isoladas ou liberadas por etapas;n- circulação de trabalhadores, visitantes, veículos e equipamentos;n- movimentação vertical e horizontal de materiais;n- trabalhos em altura, escavações, demolições, içamentos, soldagem ou outras atividades críticas, quando aplicáveis;n- proximidade de instalações energizadas, linhas de processo, produtos, máquinas e áreas com acesso restrito;n- riscos de queda de materiais, poeira, ruído, vibração, fumaça ou bloqueio de passagem;n- rotas alternativas para pessoas, veículos e atendimento de emergências;n- condições de armazenamento, limpeza e retirada de resíduos;n- comunicação necessária entre a equipe da obra e os responsáveis pela operação.nnA matriz de interferências pode relacionar cada atividade à área afetada, ao risco potencial, ao responsável pela autorização, ao controle previsto e à condição necessária para liberação.
Esse recurso ajuda a transformar preocupações gerais em ações verificáveis.nnQuando a fábrica permanece em funcionamento, a execução pode ser dividida por fases, desde que essa solução seja tecnicamente viável e compatível com a segurança.
Áreas isoladas devem ter limites definidos, sinalização adequada e controle de acesso.
A comunicação entre obra, produção, manutenção e segurança deve ocorrer antes de atividades que possam alterar rotas, interromper sistemas, gerar riscos ou exigir desenergização.nnNão é possível afirmar, de forma genérica, que toda ampliação ocorrerá sem interrupção da operação.
A possibilidade de manter atividades depende do processo industrial, dos riscos, das interfaces, do espaço disponível, das exigências internas e das autorizações aplicáveis.
O planejamento deve prever contingências para situações em que uma etapa precise ser pausada, remanejada ou executada em janela operacional específica.nn#### 6.
Organização documental e responsabilidades técnicasnnA preparação da execução deve terminar com um conjunto documental coerente e acessível.
A documentação pode incluir projetos aprovados para execução, memoriais, especificações, levantamentos, laudos, registros de inspeção, análise de riscos, planos de isolamento, procedimentos de trabalho, atas de decisão e registros de responsabilidade técnica, conforme o escopo.nnUma organização prática pode separar os documentos em quatro grupos:nn1. Documentos de definição: briefing, escopo, premissas, requisitos do contratante e critérios de aceite.n2. Documentos de projeto: desenhos, detalhes, memoriais, especificações e revisões compatibilizadas.n3. Documentos de segurança e execução: análises de risco, liberações, procedimentos, controles de acesso e orientações aplicáveis às atividades.n4. Documentos de acompanhamento: registros de reunião, inspeções, não conformidades, alterações, medições, entregas e validações.nnCada documento deve possuir identificação, revisão e responsável pela emissão ou aprovação.
Quando uma informação for alterada, a equipe precisa saber qual versão está válida e como a mudança afeta compras, fabricação, execução e operação.nnAs responsabilidades também devem ser distribuídas com clareza.
O contratante fornece informações sobre objetivos, operação, restrições e aprovações sob sua responsabilidade.
Os profissionais habilitados assumem as atividades técnicas compatíveis com suas atribuições.
Os executores realizam os serviços conforme os documentos liberados e os procedimentos aplicáveis.
A equipe de gerenciamento coordena interfaces, pendências, registros e comunicação dentro do escopo contratado.nnA ART deve ser organizada de modo compatível com a responsabilidade técnica assumida.
Seu registro não elimina a necessidade de outros documentos nem autoriza, por si só, a execução de qualquer atividade.
Da mesma forma, um laudo técnico não substitui automaticamente um projeto, e um projeto não substitui licenças ou aprovações exigidas por órgãos competentes.
A documentação precisa formar um conjunto coerente.nn#### 7.
Preparação da execução e pontos de controlennCom o escopo definido, os projetos compatibilizados, os riscos analisados e as responsabilidades formalizadas, a obra pode avançar para a preparação da execução.
Antes da mobilização, é recomendável realizar uma reunião de alinhamento com os envolvidos para confirmar a área de intervenção, os acessos, a sequência planejada, as restrições operacionais, os documentos válidos e os critérios de liberação.nnUm checklist final pode incluir:nn- escopo aprovado e limites da intervenção identificados;n- vistoria registrada e pendências de campo encaminhadas;n- projetos e memoriais compatibilizados na revisão aplicável;n- atividades técnicas atribuídas a profissionais habilitados;n- ARTs e demais registros conferidos conforme o escopo;n- exigências de ABNT, NRs aplicáveis e órgãos competentes analisadas;n- áreas de circulação, isolamento e armazenamento definidas;n- interferências com produção, manutenção e utilidades tratadas;n- sequência de execução comunicada às equipes envolvidas;n- critérios de inspeção, aceite e registro de alterações estabelecidos;n- plano de contingência considerado para interferências operacionais relevantes.nnNa prática, as decisões de obra devem ser tomadas com base em evidências: condição real da planta, projeto vigente, risco identificado, impacto operacional e responsabilidade definida.
Quando surgir uma divergência entre o desenho e o campo, a execução não deve avançar por suposição.
O correto é registrar a questão, avaliar tecnicamente a alternativa, verificar seus impactos e liberar a solução revisada pelos responsáveis.nnEsse método é aplicável a ampliações de galpões, áreas produtivas, armazenagem, estruturas metálicas, reformas e adequações de plantas industriais, sempre com adaptações ao uso da edificação e ao nível de complexidade.
A FL Projetos & Construções atua em construção civil, gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos, com atendimento informado em Aparecida de Goiânia, Goiânia, Anápolis, Senador Canedo e outras cidades da região de Goiás.
Para avaliar uma ampliação, reforma ou adequação, o próximo passo é reunir as informações disponíveis e solicitar uma análise do escopo, da documentação necessária e da modalidade de atendimento aplicável.nn### Como emitir e organizar a ART em uma obra de ampliaçãonn#### Como organizar a ART em uma obra de ampliação industrialnnA organização da ART deve começar antes da execução dos serviços, a partir da definição do escopo, da identificação do responsável técnico e da conferência das atribuições profissionais aplicáveis.
Em uma ART para ampliação industrial, o documento deve refletir com clareza qual atividade de engenharia será realizada, em qual local, para qual contratante e sob qual responsabilidade técnica.nnA ART registra a responsabilidade de um profissional habilitado por determinada atividade técnica.
Ela contribui para a rastreabilidade da contratação e da execução, mas não substitui projeto, memorial, laudo, licença, alvará ou aprovação exigida pelos órgãos competentes.
Por isso, sua emissão deve ser organizada em conjunto com os demais documentos da obra.nn#### Passo a passo para emitir e organizar a ARTnn1. Defina o escopo da ampliaçãonn Descreva o que será feito antes de solicitar o registro.
O escopo pode envolver, conforme o caso, ampliação de área construída, adequação de layout, reforço ou modificação estrutural, montagem de estruturas metálicas, instalações, reforma de setores produtivos ou intervenção em áreas de armazenagem.
Quanto mais claro for o escopo, menor será o risco de o documento apresentar uma descrição insuficiente ou incompatível com o serviço.nn2. Identifique o contratante e o local da obrann Reúna as informações gerais da empresa, indústria ou proprietário que contratou o serviço e do imóvel onde a intervenção será realizada.
A localização deve permitir a identificação da obra e ser compatível com os documentos de projeto, licenciamento e planejamento executivo.
Em empreendimentos com mais de uma unidade, área ou etapa, é importante verificar como o conselho profissional orienta o preenchimento dessas informações.nn3. Confirme o responsável técniconn A ART deve estar vinculada a profissional habilitado e às atribuições compatíveis com a atividade contratada.
A escolha não deve considerar apenas a denominação genérica do serviço, mas também a natureza da intervenção, a complexidade da ampliação e os limites da habilitação profissional.
Quando houver diferentes disciplinas, pode ser necessário organizar responsabilidades técnicas distintas, conforme o escopo e as exigências aplicáveis.nn4. Relacione as atividades técnicas envolvidasnn A descrição deve indicar, em termos objetivos, quais serviços serão acompanhados, elaborados ou executados pelo responsável técnico.
Uma ampliação que envolva projeto, execução, inspeção, avaliação, laudo ou acompanhamento pode exigir a análise individual de cada atividade.
O preenchimento precisa representar a contratação real, sem incluir atribuições que não façam parte do serviço.nn5. Verifique a compatibilidade com projetos e documentosnn Compare as informações da ART com o projeto arquitetônico, os projetos complementares, o memorial descritivo, as especificações técnicas, os laudos e o planejamento da obra.
Essa conferência ajuda a evitar divergências entre a responsabilidade registrada e o que será efetivamente executado.
Alterações relevantes no escopo devem ser analisadas pelo responsável técnico e pelo contratante para verificar se exigem complementação, substituição ou novo registro.nn6. Realize o registro conforme o procedimento do conselho profissionalnn O profissional responsável deve seguir o sistema, os campos e os procedimentos definidos pelo conselho profissional competente.
As exigências podem variar conforme a atividade, a modalidade de contratação, a localidade e o tipo de intervenção.
Por esse motivo, a emissão da ART deve ser confirmada diretamente no conselho responsável e não baseada apenas em modelos utilizados em outras obras.nn7. Arquive a ART e mantenha a documentação atualizadann Depois do registro, mantenha a ART junto aos documentos da obra, em meio físico ou digital conforme a organização adotada.
O arquivo deve permitir a consulta do documento associado ao contrato, ao projeto e às etapas de execução.
Também é recomendável registrar revisões, alterações de escopo, substituições de responsável e documentos complementares, quando aplicáveis.nn#### O que deve ser informado com clarezannA organização da ART normalmente depende de um conjunto de informações coerentes entre si:nn- identificação do contratante;n- identificação do local da obra ou serviço;n- descrição objetiva da atividade técnica;n- identificação do profissional responsável;n- compatibilidade entre a atividade registrada e as atribuições profissionais;n- relação com o contrato, orçamento técnico e escopo definido;n- indicação das etapas ou responsabilidades assumidas, quando o procedimento aplicável exigir esse detalhamento;n- documentos de apoio, como projetos, memoriais, laudos e especificações.nnEsses elementos não devem ser tratados como um formulário isolado.
Em uma ampliação industrial, a ART faz parte de uma estrutura documental que precisa acompanhar a evolução do empreendimento e a divisão de responsabilidades entre contratante, projetistas, executores, fornecedores e demais envolvidos.nn#### Evite descrições genéricas ou incompatíveisnnUma descrição como obra industrial, reforma geral ou acompanhamento técnico pode ser insuficiente quando não esclarece a natureza da intervenção.
O problema não está apenas na falta de detalhamento, mas também na possibilidade de o texto não corresponder às atividades realmente contratadas.nnA descrição deve evitar dois extremos: ser ampla demais, sem delimitar a responsabilidade, ou incluir serviços que o profissional não irá executar ou que não estejam abrangidos por suas atribuições.
Para escolher a redação adequada, é necessário analisar o contrato, os projetos, o local, as etapas previstas e os riscos associados à intervenção.nnTambém é importante não usar a ART para formalizar atividades realizadas por terceiros sem a correspondente responsabilidade técnica.
Cada profissional deve responder pelo escopo que efetivamente assumiu, respeitando as regras do conselho profissional e os limites de sua habilitação.nn#### Conferência com conselhos e órgãos envolvidosnnAntes do início da execução, o contratante e o responsável técnico devem confirmar quais registros, aprovações e documentos são aplicáveis ao empreendimento.
A verificação pode envolver o conselho profissional, órgãos municipais, entidades responsáveis pelo licenciamento, exigências do empreendimento e procedimentos internos de segurança da indústria.nnA ART não deve ser interpretada como autorização automática para iniciar uma obra.
Dependendo do escopo, podem ser necessários projeto arquitetônico, projeto estrutural, projetos de instalações, memorial, laudo técnico, análise de riscos, licenças, alvarás, registros de inspeção e outros documentos.
A definição deve ser feita conforme as características da planta, a legislação local, as normas técnicas aplicáveis e as exigências dos órgãos competentes.nnA FL Projetos & Construções atua com gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos, considerando a necessidade de organizar a documentação e apoiar a execução conforme o escopo contratado.
A empresa está localizada em Aparecida de Goiânia e atende também demandas na região de Goiás, incluindo Goiânia, Anápolis e Senador Canedo, conforme a modalidade de atendimento aplicável.nn#### Quem deve providenciar a ART?nnEm regra, a ART é registrada pelo profissional habilitado que assume a responsabilidade técnica, com informações fornecidas e validadas em conjunto com o contratante.
A empresa contratante deve disponibilizar dados corretos sobre o serviço, o local e o escopo, enquanto o profissional deve conferir se a atividade é compatível com suas atribuições e com o trabalho que efetivamente realizará.nnO responsável por cada etapa não deve ser definido apenas pela empresa executora ou pelo proprietário.
A responsabilidade técnica precisa ser formalmente assumida por profissional habilitado, de acordo com as regras do conselho profissional competente.
Quando houver mais de uma disciplina ou empresa envolvida, a organização documental deve deixar claras as responsabilidades correspondentes.nn#### A ART substitui o projeto ou o alvará?nnNão.
A ART registra a responsabilidade técnica por uma atividade e não substitui projeto, laudo, memorial, licença, alvará, aprovação ou autorização exigida para a obra.
Em uma ampliação industrial, esses documentos podem se complementar, mas possuem funções diferentes.nnO projeto define soluções e critérios técnicos; o memorial detalha materiais, métodos ou requisitos; o laudo apresenta uma avaliação técnica; a licença ou o alvará corresponde a uma autorização administrativa quando exigida; e a ART formaliza a responsabilidade do profissional por uma atividade específica.
A necessidade de cada documento deve ser confirmada conforme o escopo e os órgãos envolvidos.nn#### Organização documental para reduzir retrabalhonnUma forma prática de reduzir inconsistências é criar uma matriz simples com quatro campos: atividade, responsável, documento relacionado e etapa de execução.
Essa organização permite verificar se o projeto está compatível com a ART, se a execução possui responsável definido e se eventuais alterações foram avaliadas antes de chegar ao canteiro.nnEm ampliações realizadas próximas a áreas produtivas, essa conferência também deve considerar circulação, interferências, acessos, isolamento de áreas e comunicação com manutenção, produção e segurança.
O gerenciamento de obras pode apoiar a integração dessas informações, sem substituir as decisões e responsabilidades dos profissionais habilitados.nnPara conhecer o serviço relacionado, consulte a página de gerenciamento de obras, laudos e ARTs da FL Projetos & Construções.
A avaliação do escopo permite orientar quais informações devem ser reunidas e quais documentos precisam ser conferidos antes da contratação ou do início da execução.nn### Como ampliar sem interromper a operação industrialnn#### Como ampliar sem interromper a operação industrialnnAmpliar uma fábrica em funcionamento exige mais do que executar uma nova estrutura ao lado da existente.
A obra precisa ser planejada em conjunto com a produção, a manutenção, a logística interna, a segurança do trabalho e as responsabilidades técnicas do empreendimento.
O objetivo não é prometer que a operação continuará sem qualquer impacto, mas organizar as decisões para reduzir interferências previsíveis, proteger as pessoas e preservar a continuidade possível das atividades essenciais.nnCada planta industrial possui características próprias.
Layout, processo produtivo, circulação de empilhadeiras, redes elétricas, utilidades, áreas classificadas, armazenagem, acessos, horários de operação e restrições de segurança influenciam diretamente o método executivo.
Por isso, a estratégia deve ser definida após levantamento técnico da situação existente, análise dos riscos e compatibilização entre o que será construído e o que precisa permanecer em funcionamento.nn#### Execução por fases e definição de áreas isoladasnnA execução por fases consiste em dividir a ampliação em etapas controláveis, com limites físicos e operacionais claramente definidos.
Em vez de liberar toda a área para a obra de uma só vez, o planejamento avalia quais espaços podem ser desocupados, quais precisam permanecer ativos e quais atividades podem ocorrer simultaneamente sem criar conflito.nnA divisão por fases pode considerar:nn- preparação do canteiro e dos acessos temporários;n- isolamento da área de intervenção;n- demolições, remoções ou adequações necessárias;n- execução de fundações, estruturas e fechamentos;n- instalação ou remanejamento de sistemas;n- testes, inspeções e liberação gradual dos ambientes;n- retirada de barreiras, limpeza técnica e integração com a operação.nnCada fase deve ter um critério de entrada e um critério de conclusão.
Antes do início, é importante confirmar se a área está liberada, se os materiais e equipamentos podem chegar ao local, se as proteções estão instaladas e se as interferências foram comunicadas.
Ao final, devem ser verificados os serviços executados, as condições de segurança, a limpeza, os acessos e a possibilidade de ocupação ou continuidade da etapa seguinte.nnO isolamento não deve ser entendido apenas como uma barreira visual.
Ele pode envolver separação física, controle de acesso, sinalização, proteção contra queda de materiais, segregação de rotas, controle de poeira, gestão de ruído e prevenção contra contato acidental com instalações ou processos em funcionamento.
A solução adequada depende do risco identificado e da configuração da planta.nnTambém é necessário definir quem autoriza a entrada de pessoas na área de obra e como serão tratados visitantes, fornecedores, equipes de manutenção e trabalhadores que precisem atravessar zonas próximas à intervenção.
A ausência de uma regra clara pode gerar circulação indevida, interrupções e exposição desnecessária a perigos.nn#### Circulação de pessoas, veículos, materiais e equipamentosnnA circulação é uma das principais fontes de interferência em ampliações industriais.
Caminhões, guindastes, plataformas, empilhadeiras, equipes de montagem e trabalhadores da operação podem disputar os mesmos espaços.
Mesmo quando a construção está fisicamente separada da produção, o transporte de materiais, a movimentação de cargas e o acesso às instalações podem afetar rotas críticas.nnO planejamento deve mapear:nn- entradas e saídas utilizadas pela operação;n- rotas de pedestres e veículos industriais;n- acessos para emergência e atendimento operacional;n- pontos de carga e descarga;n- áreas de armazenamento temporário;n- locais de içamento, montagem e movimentação de estruturas;n- portas, portões, docas e corredores compartilhados;n- redes aéreas, subterrâneas ou aparentes que possam ser atingidas;n- áreas com restrições de ruído, poeira, vibração ou faíscas.nnSempre que possível, rotas de obra e rotas de produção devem ser separadas.
Quando a separação total não for viável, o uso compartilhado precisa ser acompanhado de regras de prioridade, sinalização, controle de velocidade, horários de circulação e comunicação entre os responsáveis.
Essas medidas devem ser compatíveis com os procedimentos internos da empresa e com os riscos presentes no local.nnA posição do canteiro também merece atenção.
O armazenamento inadequado pode bloquear saídas, reduzir a visibilidade, dificultar o acesso a equipamentos de combate a incêndio ou interferir na movimentação de produtos.
Materiais devem ser organizados de maneira a evitar instabilidade, obstrução e transporte desnecessário.
Equipamentos de grande porte devem ter sua chegada, montagem, operação e retirada avaliadas antes da mobilização.nnQuando houver necessidade de içamento ou transporte de elementos estruturais, o planejamento deve considerar a área de exclusão, as condições do piso, a interferência com redes existentes, a presença de pessoas e veículos, as condições ambientais e a comunicação durante a operação.
A atividade não deve ser tratada como um evento isolado da rotina industrial.nn#### Atividades críticas próximas à operaçãonnAlgumas atividades exigem análise específica porque podem produzir riscos ou perturbações incompatíveis com a operação existente.
Entre elas estão trabalhos em altura, demolições, cortes, soldagem, içamentos, escavações, intervenções elétricas, alterações em redes de utilidades e movimentação de estruturas metálicas.nnA proximidade entre essas tarefas e a produção deve ser avaliada antes da execução.
O planejamento pode indicar a necessidade de barreiras, autorização formal, acompanhamento técnico, isolamento ampliado, desenergização, proteção contra partículas, controle de fontes de ignição ou execução em janela operacional previamente definida.
A medida aplicável depende do escopo e da análise dos riscos.nnIntervenções em instalações elétricas, hidráulicas, pneumáticas, de combate a incêndio, ventilação, exaustão ou outros sistemas de apoio exigem identificação prévia das redes e de seus pontos de bloqueio.
Desenhos desatualizados ou informações incompletas podem aumentar o risco de interrupções e danos.
Por isso, a vistoria da planta existente deve ser combinada com a validação das informações disponíveis e com a participação das áreas responsáveis pela manutenção.nnEm escavações, é necessário verificar a possibilidade de redes enterradas, fundações próximas, circulação de equipamentos e estabilidade do terreno.
Em alterações estruturais, devem ser analisadas as cargas, os apoios, as ligações e os efeitos sobre elementos existentes.
Em serviços com geração de calor, faíscas, fumaça ou partículas, devem ser definidos os controles compatíveis com o ambiente e com o processo produtivo.nnO planejamento deve evitar a concentração de várias atividades críticas no mesmo espaço e momento, especialmente quando uma tarefa puder agravar o risco de outra.
A sequência executiva precisa considerar dependências: uma intervenção pode exigir a liberação de uma rede, a retirada de um equipamento ou a conclusão de uma proteção antes que outra equipe possa iniciar o serviço.nn#### Comunicação entre obra, manutenção, produção e segurançannA comunicação precisa ser estruturada, e não depender apenas de conversas ocasionais.
Obras em plantas ativas envolvem decisões que afetam diferentes áreas, por isso é recomendável estabelecer responsáveis, canais de comunicação, registros e critérios para autorizar mudanças.nnA integração pode incluir reuniões de alinhamento, registros de pendências, programação de atividades críticas, liberação de frentes de serviço e atualização do mapa de interferências.
O formato deve ser proporcional à complexidade da obra, mas precisa permitir que as áreas envolvidas saibam o que será feito, em qual local, com quais impactos e sob quais condições.nnA manutenção contribui com informações sobre redes, equipamentos, paradas necessárias, pontos de isolamento e acessibilidade.
A produção informa restrições do processo, períodos de maior movimentação, áreas que não podem ser bloqueadas e atividades cuja alteração pode gerar impacto operacional.
A segurança participa da avaliação dos perigos, das medidas preventivas, dos controles de acesso e das condições para realização das tarefas.
A equipe de obra traduz essas informações em sequência executiva, recursos, frentes de trabalho e controles de campo.nnMudanças de escopo devem ser comunicadas antes da execução.
Uma alteração aparentemente simples, como deslocar uma passagem, trocar a posição de um equipamento ou modificar uma abertura, pode afetar circulação, estrutura, instalações e segurança.
A revisão deve envolver os responsáveis técnicos e as áreas impactadas, com registro do que foi alterado e da decisão adotada.nnTambém é importante estabelecer o procedimento para situações não previstas.
Se for encontrada uma rede desconhecida, uma condição estrutural diferente da esperada, uma interferência com o processo ou uma condição insegura, o serviço deve ser interrompido ou reavaliado conforme o risco.
A pressão para manter a produção ou cumprir uma programação não deve substituir a análise técnica e os controles de segurança aplicáveis.nn#### Checklist para avaliar impactos operacionaisnnAntes de iniciar uma etapa da ampliação, o contratante e os responsáveis pelo planejamento podem verificar:nn- A área de intervenção está claramente delimitada?n- As rotas de pedestres, veículos e equipamentos foram identificadas?n- A obra interfere em acessos, docas, portões, saídas ou rotas de emergência?n- Existem redes elétricas, hidráulicas, pneumáticas, de incêndio ou de utilidades próximas?n- A estrutura existente foi vistoriada e suas condições foram consideradas no planejamento?n- A etapa exige desenergização, isolamento, bloqueio ou liberação formal?n- Haverá ruído, poeira, vibração, calor, fumaça, faíscas ou queda de materiais?n- O armazenamento de materiais pode afetar a produção ou a segurança?n- O transporte de cargas ocorrerá próximo a pessoas, veículos ou equipamentos em operação?n- A atividade exige equipamento de grande porte ou área de exclusão?n- Os horários e as condições de execução foram alinhados com a produção?n- As equipes sabem quem autoriza a entrada e quem deve ser comunicado em caso de alteração?n- Há critérios para interromper o serviço diante de uma condição inesperada?n- A documentação técnica está compatível com o escopo da etapa?n- Projetos, memoriais, laudos e registros de inspeção disponíveis foram analisados?n- A sequência de execução foi compatibilizada com manutenção, segurança e operação?n- A área poderá ser liberada com segurança após a conclusão da fase?n- Existe uma alternativa operacional caso um acesso, equipamento ou sistema fique indisponível?nnO checklist não substitui uma análise técnica, mas ajuda a revelar lacunas antes que elas se transformem em paralisações, retrabalho ou exposição a riscos.
A profundidade da avaliação deve acompanhar a complexidade da intervenção e as características da planta.nn#### Cronograma, matriz de interferências e plano de contingênciannO cronograma de uma ampliação industrial não deve apresentar apenas atividades e sequências construtivas.
Ele também precisa mostrar as relações entre a obra e a operação existente.
Uma atividade pode estar tecnicamente pronta para começar, mas depender da liberação de uma área, da retirada de um equipamento, da disponibilidade de uma rota ou da interrupção controlada de uma utilidade.nnA matriz de interferências é uma ferramenta para registrar essas relações.
Ela pode associar cada atividade à área afetada, ao processo impactado, ao risco principal, à condição necessária para execução, ao responsável pela liberação e à medida de controle prevista.
Dessa forma, a equipe consegue visualizar conflitos antes da mobilização.nnA matriz pode contemplar:nn- atividade da obra;n- localização;n- áreas e processos afetados;n- circulação envolvida;n- instalações existentes relacionadas;n- risco de interrupção;n- necessidade de isolamento ou autorização;n- responsável pela decisão;n- condição para início;n- medida de contingência;n- registro da conclusão ou liberação.nnO plano de contingência deve ser proporcional ao risco e não precisa presumir que toda ocorrência poderá ser evitada.
Ele deve indicar como reagir a eventos como bloqueio inesperado de acesso, identificação de uma rede não mapeada, indisponibilidade de equipamento, interferência com a produção, falha de comunicação ou necessidade de alterar a sequência planejada.nnNão é recomendável estabelecer prazos genéricos para uma ampliação, pois a duração e a sequência dependem do escopo, das condições existentes, do fornecimento de materiais, das aprovações e das restrições da operação.
O mais seguro é trabalhar com marcos de decisão, condições de liberação e revisões periódicas do planejamento.nnA programação também deve prever pontos de controle antes de atividades críticas.
Nesses pontos, a equipe confirma se a área está liberada, se os documentos estão disponíveis, se as proteções foram instaladas, se os responsáveis foram comunicados e se a condição real corresponde ao planejamento.
Se houver divergência, a atividade deve ser reavaliada antes do prosseguimento.nn#### É possível ampliar uma fábrica em funcionamento?nnSim, uma ampliação pode ser planejada em uma fábrica em funcionamento, mas não é possível afirmar antecipadamente que toda a produção continuará sem interrupções ou impactos.
A viabilidade depende da configuração da planta, do escopo da obra, das interferências com instalações e processos, dos riscos envolvidos e da capacidade de separar ou sequenciar as atividades.nnPara avaliar essa possibilidade, é necessário examinar a planta existente, identificar as áreas que precisam permanecer operacionais, mapear acessos e utilidades, definir fases de execução, estabelecer áreas isoladas e compatibilizar o planejamento com produção, manutenção e segurança.
Em alguns casos, determinadas tarefas precisarão ocorrer em períodos específicos ou dependerão de uma parada parcial previamente coordenada.nnA análise também deve considerar se a ampliação envolve fundações próximas, reforços, demolições, estruturas metálicas, mudanças de layout, remanejamento de equipamentos ou alterações em sistemas essenciais.
Quanto maior a interação entre a obra e a operação, maior a necessidade de planejamento integrado, documentação técnica e controle de mudanças.nnA FL Projetos & Construções atua com construção civil, galpões industriais, estruturas metálicas, reformas, adequações, gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos.
Com atuação informada em Aparecida de Goiânia e em cidades da região de Goiás, a empresa pode ser consultada para uma avaliação do escopo, das interferências e da modalidade de atendimento adequada à necessidade do empreendimento.
A definição deve ser feita com base nas condições reais da planta, nas responsabilidades técnicas envolvidas e nas exigências de segurança aplicáveis.nn### Normas, segurança e documentação complementarnnA conformidade técnica de uma ampliação industrial não depende de um único documento.
Ela resulta da combinação entre projetos compatíveis, especificações técnicas, memoriais, registros de inspeção, análise de riscos, responsabilidades profissionais e atendimento às exigências aplicáveis ao local, ao processo produtivo e aos serviços executados.
Por isso, a documentação deve ser definida a partir do escopo real da intervenção, e não por meio de uma lista fixa aplicada indistintamente a toda obra.nn#### Análise das normas ABNT aplicáveis ao projeto e à execuçãonnAs normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas devem ser analisadas conforme a natureza da ampliação, os sistemas construtivos envolvidos, as características da edificação existente e as atividades realizadas na planta.
Uma intervenção em estrutura metálica, por exemplo, pode exigir verificações diferentes de uma adequação de layout, de uma ampliação de área produtiva ou da implantação de instalações complementares.nnA análise normativa pode abranger, conforme o caso:nn- requisitos de desempenho, segurança, estabilidade e durabilidade da edificação;n- critérios de concepção, dimensionamento, detalhamento e execução das estruturas;n- especificações de materiais, componentes, sistemas construtivos e métodos de controle;n- condições de acessibilidade, circulação, uso e manutenção;n- instalações prediais e industriais relacionadas ao escopo da intervenção;n- procedimentos de inspeção, ensaio, recebimento e registro dos serviços;n- integração entre a construção nova e os elementos existentes da planta.nnNão é tecnicamente adequado presumir que todas as normas sejam aplicáveis da mesma maneira.
A seleção deve considerar o tipo de obra, a finalidade dos ambientes, os materiais empregados, as cargas previstas, as interfaces com instalações e os riscos associados à execução e à operação.
O profissional habilitado responsável pelo projeto ou pela atividade deve avaliar a aplicação das referências técnicas pertinentes e registrar as premissas adotadas.nnTambém é importante verificar se os projetos, memoriais e especificações utilizam critérios coerentes entre si.
Uma exigência indicada em desenho não deve contradizer o memorial, o planejamento executivo ou as condições efetivamente encontradas na planta.
Quando houver alteração de escopo, mudança de solução ou descoberta de uma condição preexistente, a documentação deve ser reavaliada antes da continuidade do serviço.nn#### NRs relacionadas às atividades e aos riscos presentes na obrannAs Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho devem ser consideradas de acordo com as atividades realizadas, os riscos identificados e a relação entre a obra e a operação industrial.
A aplicação das NRs não se resume à entrega de um documento: envolve planejamento, orientação, medidas preventivas, controle das condições de trabalho e acompanhamento das atividades compatíveis com os riscos presentes.nnEntre os temas que podem exigir análise estão:nn- trabalho em altura e acesso a coberturas, mezaninos, estruturas ou áreas elevadas;n- movimentação e montagem de estruturas, equipamentos, materiais e componentes;n- uso de máquinas, ferramentas e equipamentos de trabalho;n- instalações elétricas, intervenções em sistemas existentes e controle de energias perigosas;n- escavações, demolições, trabalhos a quente e atividades com potencial de incêndio;n- circulação e segregação entre trabalhadores, veículos, equipamentos de transporte e áreas produtivas;n- exposição a agentes físicos, químicos ou outros riscos específicos do processo;n- uso, seleção, inspeção e controle de equipamentos de proteção;n- capacitação, autorização e comunicação das equipes envolvidas;n- resposta a emergências e preservação das rotas de saída e dos acessos necessários.nnA relação entre a obra e a fábrica em funcionamento exige atenção adicional.
Uma atividade aparentemente localizada pode interferir na ventilação, no fornecimento de energia, no combate a incêndio, no fluxo de pessoas, na movimentação de cargas ou na segurança de trabalhadores que não participam diretamente da obra.
Por esse motivo, a análise de riscos deve considerar tanto a equipe de execução quanto os empregados, visitantes, fornecedores e demais pessoas que possam permanecer nas proximidades.nnA aplicabilidade de cada requisito deve ser confirmada por profissionais habilitados e pelos responsáveis legais pela operação, considerando o escopo, os riscos e os órgãos competentes envolvidos.
Uma referência genérica às NRs não substitui a avaliação das condições reais do local nem a elaboração dos documentos de segurança exigidos para a atividade.nn#### Checklist de documentos técnicos que podem ser necessáriosnnA documentação complementar varia conforme a ampliação, o município, o imóvel, o processo industrial, os sistemas envolvidos e as exigências dos órgãos responsáveis.
Como ponto de partida, o contratante e a equipe técnica podem verificar os seguintes itens:nn- levantamento cadastral, arquitetônico e das condições existentes;n- plantas, cortes, fachadas, detalhes e demais desenhos necessários à compreensão da intervenção;n- projetos estruturais, de fundações, instalações e sistemas específicos, quando aplicáveis;n- memorial descritivo, memorial de cálculo ou especificações técnicas, conforme a complexidade do serviço;n- orçamento e composição do escopo a serem definidos entre as partes responsáveis pela contratação;n- cronograma ou planejamento executivo compatível com as fases da obra e com a operação da planta;n- matriz de interferências entre construção, instalações, equipamentos, circulação e produção;n- análise de riscos e procedimentos de segurança relacionados às atividades previstas;n- registros de inspeção, levantamentos, ensaios, verificações e liberações de etapas, quando necessários;n- laudos técnicos para avaliação de estruturas, sistemas, manifestações patológicas ou condições específicas;n- registros de responsabilidade técnica correspondentes às atividades efetivamente assumidas;n- documentos de licenciamento, aprovação ou autorização exigidos pelos órgãos competentes;n- documentação de materiais, componentes, equipamentos e sistemas incorporados à obra, quando pertinente;n- registros de alterações, revisões de projeto, não conformidades e providências adotadas;n- documentação final da intervenção, incluindo informações necessárias para operação e manutenção, quando prevista no escopo.nnEsse checklist não deve ser tratado como uma relação exaustiva ou automática.
Uma ampliação de galpão pode demandar documentação diferente de uma adequação interna, de uma reforma estrutural ou da instalação de novos equipamentos.
A definição deve ocorrer após a vistoria, o levantamento do escopo e a identificação das responsabilidades técnicas.nn#### Atenção à compatibilização entre projeto, execução e operaçãonnUm dos principais riscos de uma ampliação industrial é tratar projeto, execução e operação como etapas isoladas.
A solução desenhada precisa ser executável nas condições reais da planta, e a execução deve respeitar as premissas técnicas que orientaram o projeto.
Ao mesmo tempo, a operação deve ser considerada para que acessos, manutenção, circulação, ventilação, drenagem, alimentação elétrica, proteção e demais interfaces não sejam prejudicados.nnA compatibilização pode incluir a conferência dos seguintes pontos:nn1. dimensões e cotas da edificação existente;n2. posição de pilares, vigas, fundações, redes e equipamentos;n3. interferências entre estrutura, arquitetura e instalações;n4. acessos para pessoas, materiais, máquinas e manutenção;n5. áreas de isolamento, armazenamento temporário e movimentação;n6. sequência de desmontagens, demolições, montagens e recomposições;n7. necessidade de desligamentos, bloqueios, desvios ou liberações controladas;n8. preservação das rotas de fuga, sistemas de emergência e áreas de segurança;n9. compatibilidade entre os materiais especificados e as condições de uso;n10. atualização dos desenhos e registros quando houver alteração durante a execução.nnQuando uma incompatibilidade é identificada antes do início do serviço, há maior possibilidade de avaliar alternativas com segurança e organizar as responsabilidades.
Quando ela surge durante a execução, a continuidade da atividade deve ser analisada antes de qualquer improvisação.
Alterar uma solução sem registrar a decisão pode gerar divergência entre o que foi projetado, o que foi executado e o que será mantido pela operação.nnA comunicação entre engenharia, arquitetura, gerenciamento de obras, manutenção, produção e segurança contribui para que decisões relevantes sejam avaliadas por quem conhece cada interface.
Reuniões de alinhamento, registros de inspeção, controle de revisões e aprovação formal de mudanças são recursos de gestão que ajudam a preservar a rastreabilidade técnica.nn#### Verificação por profissionais habilitados e órgãos competentesnnA documentação de uma ampliação deve ser elaborada, analisada e assumida por profissionais habilitados dentro das respectivas atribuições.
A responsabilidade técnica precisa corresponder ao serviço efetivamente realizado, ao local da obra e ao escopo contratado.
Da mesma forma, aprovações, licenças e autorizações devem ser confirmadas com os órgãos competentes, pois os requisitos podem variar conforme o município, a atividade, o imóvel e a natureza da intervenção.nnA ART, os projetos, os laudos e os memoriais cumprem funções relacionadas, mas não são equivalentes.
O registro de responsabilidade técnica identifica a responsabilidade profissional por uma atividade; o projeto define e representa uma solução; o laudo registra uma avaliação técnica; e o memorial descreve critérios, materiais, métodos ou condições relevantes.
Nenhum desses documentos deve ser utilizado para substituir outro quando o escopo exigir documentos distintos.nnNa região de Aparecida de Goiânia, Goiânia, Anápolis, Senador Canedo e outras cidades de Goiás, a análise documental deve considerar as exigências do local da obra e dos órgãos responsáveis.
A atuação de uma empresa de construção civil pode apoiar o levantamento, a organização e o gerenciamento dessas informações, mas a aprovação final e a responsabilidade por cada atividade dependem das atribuições profissionais e das exigências aplicáveis ao caso concreto.nnA FL Projetos & Construções informa atuação em construção civil, gerenciamento de obras, laudos, ARTs e projetos arquitetônicos, com observância declarada às normas da ABNT e às NRs aplicáveis.
Desde 13 de abril de 2016, a empresa mantém sua atuação informada em Aparecida de Goiânia e na região de Goiás, atendendo demandas relacionadas a edifícios, galpões industriais, estruturas metálicas, reformas e adequações.
Para definir quais documentos são necessários, é recomendável solicitar uma avaliação do escopo, das condições existentes e das interfaces com a operação.nn#### Documentação como instrumento de segurança e controlennMais do que cumprir uma formalidade, a documentação técnica ajuda a orientar decisões, distribuir responsabilidades e registrar as condições consideradas no planejamento.
Projetos revisados, memoriais coerentes, laudos fundamentados, registros de inspeção e documentos de segurança permitem acompanhar a evolução da obra e identificar quando uma decisão precisa ser reavaliada.nnPara uma ampliação industrial, o conjunto documental deve ser proporcional à complexidade da intervenção, suficientemente claro para orientar a execução e atualizado quando as condições do local mudarem.
A contratação de gerenciamento de obras, laudos técnicos, projetos arquitetônicos e apoio às adequações industriais pode contribuir para organizar esse fluxo, desde que o escopo, as responsabilidades e as entregas sejam definidos com transparência entre o contratante e os profissionais envolvidos.nnComo próximo passo, reúna plantas e documentos existentes, descreva a ampliação pretendida, informe as restrições da operação e solicite à FL Projetos & Construções uma avaliação técnica do escopo.
A partir dessas informações, será possível verificar quais projetos, laudos, registros, responsabilidades e aprovações podem ser necessários para conduzir a intervenção com maior clareza e segurança.nn### Como escolher uma empresa para gerenciar a ampliação industrialnnEscolher uma empresa para gerenciar uma ampliação industrial exige mais do que comparar propostas comerciais.
A decisão deve considerar a capacidade de interpretar o escopo, coordenar projetos, organizar responsabilidades técnicas, controlar interferências na operação e manter a documentação compatível com as exigências aplicáveis.
Uma contratação bem estruturada ajuda a reduzir ambiguidades entre contratante, projetistas, executores, manutenção, produção e segurança.nnPara empresas, indústrias, investidores e construtores, o primeiro passo é verificar se a prestadora consegue transformar as necessidades da planta em um plano técnico compreensível.
Isso inclui analisar a construção ou ampliação de galpões industriais, estruturas metálicas, reformas, adequações de plantas, instalações e eventuais intervenções em áreas que continuam sendo utilizadas durante a obra.nn#### Checklist de perguntas sobre escopo, responsabilidades e documentaçãonnAntes de contratar, reúna as informações disponíveis e solicite respostas objetivas para perguntas como:nn- Qual é o objetivo da intervenção: aumento de área, mudança de layout, ampliação produtiva, adequação de segurança, manutenção ou reparo?n- Quais áreas da planta serão afetadas direta ou indiretamente?n- Existe levantamento atualizado da edificação, das estruturas, das instalações e das condições do terreno?n- Quais projetos serão necessários para definir a solução, orientar a execução e documentar o que será realizado?n- Quem ficará responsável pelo gerenciamento, pela elaboração ou coordenação dos projetos, pelos laudos e pelos registros de responsabilidade técnica aplicáveis?n- Como serão tratadas as interfaces entre arquitetura, estrutura, instalações, equipamentos, circulação e operação industrial?n- Quais documentos devem ser produzidos, revisados, aprovados e arquivados antes, durante e depois da execução?n- Como serão registradas alterações de escopo, incompatibilidades, ocorrências e decisões tomadas no decorrer da obra?n- Quais atividades poderão ocorrer simultaneamente e quais dependerão de isolamento, liberação ou planejamento específico?n- Como a contratante participará das aprovações, da validação dos marcos e da comunicação com a equipe técnica?nnEssas perguntas não substituem uma avaliação profissional da obra.
Elas servem para revelar lacunas de informação e evitar que a contratação seja baseada apenas em uma descrição genérica do serviço.
A empresa escolhida deve conseguir explicar, em linguagem clara, quais dados precisa receber, quais entregáveis serão considerados e quais responsabilidades permanecerão com o contratante ou com outros profissionais envolvidos.nnTambém é importante distinguir gerenciamento de obras de execução direta.
O gerenciamento pode envolver planejamento, coordenação, acompanhamento, controle documental e apoio à tomada de decisão, enquanto a execução depende do escopo contratado e das responsabilidades definidas.
Essa distinção deve constar na proposta ou no instrumento contratual, sem deixar dúvidas sobre quem projeta, quem executa, quem fiscaliza e quem responde tecnicamente por cada atividade.nn#### Como avaliar experiência em galpões industriais e estruturas metálicasnnA experiência relevante não deve ser avaliada apenas pela quantidade de anos de atuação declarada.
É mais útil verificar se a empresa compreende as particularidades da construção civil industrial, como grandes vãos, acessos para equipamentos, movimentação de materiais, fundações, interfaces entre estrutura e instalações, áreas de armazenagem, circulação de veículos e restrições de segurança.nnNo caso de estruturas metálicas, pergunte como serão analisadas as conexões com a edificação existente, as interferências com cobertura e fechamento, a sequência de montagem, os acessos para içamento e a necessidade de proteger áreas em funcionamento.
A resposta deve ser compatível com o escopo real e depender de levantamento e projeto quando essas informações ainda não estiverem disponíveis.nnPara ampliações de galpões e áreas produtivas, verifique se a empresa considera:nn- Compatibilidade entre a edificação existente e a nova área.n- Condições aparentes e documentais das estruturas e fundações existentes.n- Drenagem, cobertura, fechamentos, acessos e circulação.n- Integração com instalações elétricas, hidrossanitárias, utilidades e sistemas necessários ao processo.n- Separação entre áreas de obra e áreas operacionais.n- Sequência de execução, recebimento de materiais e movimentação de equipamentos.n- Necessidade de laudos, inspeções, memoriais, projetos e registros técnicos conforme o escopo.nnEm reformas e adequações de plantas industriais, o desafio pode estar menos na construção de uma área nova e mais na identificação das condições existentes.
Mudanças de layout, reforços, remanejamento de instalações, correções de não conformidades e adaptação de ambientes devem ser precedidas por uma análise compatível com os riscos e com o uso da edificação.
Uma empresa responsável não deve confirmar soluções definitivas sem os dados técnicos necessários.nn#### Critérios para avaliar segurança, qualidade e comunicaçãonnA prestadora deve apresentar um método de trabalho que conecte planejamento, segurança, qualidade e comunicação.
Não basta mencionar que a obra seguirá normas.
É necessário entender como os requisitos aplicáveis serão analisados em relação às atividades previstas, aos riscos presentes e à operação da planta.nnAvalie se a empresa consegue explicar:nn- Como serão identificados riscos, interferências, acessos restritos e atividades críticas.n- Como será feita a comunicação entre obra, produção, manutenção, segurança e administração.n- Como serão documentadas inspeções, liberações, alterações e pendências.n- Como os projetos, memoriais e orientações de execução serão disponibilizados às partes responsáveis.n- Como serão tratadas divergências entre o projeto, as condições encontradas e a execução.n- Como será realizado o acompanhamento dos pontos de controle definidos para a obra.n- Como a documentação será organizada para facilitar consultas, futuras manutenções e atualizações do empreendimento.
Para saber mais sobre ART para ampliação industrial
clique aqui e entre em contato por e-mail.
Entre em contato agora mesmo!
Clique no botão e entre em contato para tirar dúvidas ou solicitar um orçamento.
Solicitar contatoPrincipais regiões de atendimento:
- Aparecida de Goiânia
- Goiânia
- Anapolis
- Senador Canedo
- Abadia de Goiás
- Santo Antônio de Goiás
- Aragoiânia
- Nerópolis
- Caturaí
- Rio Verde
- Bela Vista de Goiás
- Hidrolândia
- Jaraguá